Vinícolas brasileiras superam expectativas e fecham negócios na ordem de US$ 1,5 milhão na ProWein, Alemanha

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Durante a feira, estande do Wines of Brasil foi visitado por importadores e experts internacionais e a produção vitivinícola nacional ganhou destaque em publicações especializadas europeias 

 A projeção das 10 vinícolas brasileiras que participaram da ProWein – a maior feira de vinhos do mundo – foi superada em quase 60% e deve atingir US$ 1,5 milhão em vendas para o Exterior. O montante será atingido nos próximos 12 meses e foi resultado de mais de 250 contatos comerciais feitos em três dias de realização do evento. Entre os países com maior interesse pelos vinhos brasileiros estão importantes mercados para a bebida no mundo, como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e China, e também países com procura mais recente pelo produto nacional, como Canadá e Peru.  

 As vinícolas que representaram o Brasil em sua 13ª participação na exposição encerrada nesta terça-feira (21), em Düsseldorf, na Alemanha, foram a Aurora, Basso, Casa Perini, Casa Valduga, Don Guerino, Lidio Carraro, Miolo, Peterlongo, Pizzato e Salton. A ação é do projeto setorial Wines of Brasil, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), por meio do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura do RS (Fundovitis), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).  

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 Como de costume, a mesa coletiva que apresentou alguns rótulos campeões de concursos internacionais esteve entre as atrações principais do estande. O destaque da Get to know our Champions (em tradução livre, Conheça nossos Campeões) foram os espumantes, com 12 dos 17 produtos apresentados. 

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Diego Bertolini – Ibravin

“O Brasil, hoje, é reconhecido pelo trade especializado como um importante país produtor de vinhos do Novo Mundo. Além disso, somos reconhecidos internacionalmente como um produtor de espumantes de excelente qualidade. Outro destaque é a consolidação e a ampliação dos canais de distribuição dos nossos vinhos nos principais países-alvo das exportações brasileiras”, resumiu o gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini. 

 O dirigente também relatou a presença de grandes críticos no estande brasileiro na ProWein. Entre eles, o responsável pelo lendário Julgamento de Paris e fã declarado do vinho brasileiro, Steven Spurrier, da revista britânica Decanter, e Felicity Carter, editora da alemã Meininger’s Wine Business Magazine. Ambas as publicações estão entre as principais do segmento na Europa. Durante o período da feira, a vitivinicultura brasileira também figurou na capa da revista austríaca Falstaff. A matéria especial aborda os produtores sul-americanos da bebida, com destaque para o Brasil. 

 Exportação de vinho brasileiro em alta 

Em 2016, as vinícolas brasileiras ampliaram o valor das exportações para os países europeus em 10% em relação ao ano anterior, com a comercialização de US$ 1,24 milhão. Em volume, as vendas atingiram 272,2 mil litros, alta de 7,6% sobre 2015, remetidos para 11 países. No total, o vinho brasileiro foi comercializado para 36 países no ano passado. As vendas resultaram em US$ 5,9 milhões em 2016, o que representou um aumento de 45% em relação a 2015. Em volume o crescimento foi semelhante: 43% a mais, com a venda de 2,2 milhões de litros. Nos espumantes, o incremento foi de 20%, com a comercialização de 174 mil litros.  

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 Sobre o Wines of Brasil      

O Wines of Brasil é um projeto de promoção comercial dos vinhos, espumantes e suco de uva brasileiro no mercado externo, desenvolvido entre o Ibravin e a Apex-Brasil. O projeto conta atualmente com a participação de 32 vinícolas e tem como mercados-alvo os Estados Unidos, Reino Unido e China. Nos últimos anos, cerca de 95% das empresas que aderiram ao Wines of Brasil conseguiram dar continuidade em suas exportações, devido ao suporte e aos programas de capacitação oferecidos, entre outras ações. Mais informações podem ser obtidas nos sites www.winesofbrasil.com e www.ibravin.org.br.          

 Edição: Su Maestri

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Créditos: André Bezerra  
 

Vinícolas brasileiras projetam negócios de US$ 950 mil na ProWein, Alemanha

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Considerada a maior exposição de vinhos do mundo, a ProWein terá a presença de 10 empresas integrantes do projeto Wines of Brasil, entre os dias 19 e 21 deste mês

A participação de 10 vinícolas brasileiras na ProWein, em Duseldorf, na Alemanha, deve resultar em negócios de US$ 950 mil. A projeção é das empresas que estarão no estande J28, no hall 9, entre os dias 19 e 21, naquela que é considerada a maior feira de vinhos do mundo. A ação é do projeto setorial Wines of Brasil, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), por meio do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura do RS (Fundovitis) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

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A participação na ProWein é considerada estratégica por atrair compradores de todo o mundo, em especial os do velho continente. Em 2016, as vinícolas brasileiras ampliaram o valor das exportações para os países europeus em 10% em relação ao ano anterior, com a comercialização de US$ 1,24 milhão. Em volume, as vendas atingiram 272,2 mil litros, alta de 7,6% sobre 2015, remetidos para 11 países.

A ampliação da presença na própria Alemanha, maior importador mundial de vinhos, também está na mira das empresas participantes. O Brasil estará representado pelas vinícolas Aurora, Basso, Casa Perini, Casa Valduga, Don Guerino, Lidio Carraro, Miolo, Peterlongo, Pizzato e Salton.

downloadA edição deste ano marca a 13ª participação do vinho brasileiro na feira. Devido ao sucesso do ano passado, novamente as vinícolas estarão reunidas numa mesa coletiva, chamada Get to know our Champions (em tradução livre, Conheça nossos Campeões). No local, das 16h30min às 18h, serão elaborados drinks com os vinhos e espumantes das empresas expositoras. O objetivo é dar visibilidade aos rótulos premiados presentes na ProWein. O destaque fica por conta dos espumantes, com 12 dos 17 produtos apresentados.

Diego Bertolini, gerente de Promoção dos Mercados Interno e Externo do Ibravin, adianta que a meta da participação brasileira na ProWein é facilitar a prospecção em países importadores. O gestor acrescenta que o principal foco na feira deste ano será a promoção do espumante brasileiro, produto que tem se destacado com a conquista de mais de 1,5 mil condecorações internacionais na última década.

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“Em 2016 retomamos o crescimento nas exportações, em grande parte pela consolidação da imagem dos nossos espumantes. Para este ano está no nosso radar a ampliação de mercados e de vinícolas exportadoras”, diz.

Em 2016, as exportações brasileiras apresentaram alta de 45% em valor, totalizando US$ 5,9 milhões, e no volume, de 43%, com 2,2 milhões de litros. Nos espumantes, o crescimento foi de 20%, com a comercialização de 174 mil litros.

ProWein em números

Os números reforçam a importância da ProWein para o mercado de vinhos no mundo. Na edição deste ano serão mais de 5,1 mil expositores apenas de vinhos, de 47 países, de seis continentes. Mais de 55 mil visitantes do trade, de mais de 120 países, deverão circular pela feira. Se considerados os expositores de outras bebidas, o número chega a 6,2 mil, de 59 países.

O mercado alemão de vinhos

Em 2016 as vinícolas brasileiras venderam 18 mil litros para a Alemanha, um aumento de 8% em relação ao ano anterior. Em valor, o resultado foi mais expressivo: US$ 87 mil negociados, o que representa um incremento de 15% na comparação com 2015. Segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), em volume, a Alemanha é o maior mercado importador de vinhos do mundo, com o ingresso de 15,1 milhões de hectolitros em 2015.

Conhecido pela competitividade de preços no mercado interno, o país figura na terceira colocação em se tratando de valor importado, atrás de Estados Unidos e Reino Unido. Em 2015 foram importados US$ 2,5 bilhões em vinhos.

Sobre o Wines of Brasil    

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O Wines of Brasil é um projeto de promoção comercial dos vinhos, espumantes e suco de uva brasileiro no mercado externo. O projeto conta atualmente com a participação de 32 vinícolas e tem como mercados-alvo os Estdos Unidos, Reino Unido e China.  Nos últimos anos, cerca de 95% das empresas que aderiram ao Wines of Brasil conseguiram dar continuidade em suas exportações, devido ao suporte e aos programas de capacitação oferecidos, entre outras ações.

Mais informações podem ser obtidas nos sites www.winesofbrasil.com e www.ibravin.org.br.

Edição: Su Maestri

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Legenda:
Mais de 55 mil visitantes do trade, de mais de 120 países, deverão circular pela ProWein
Crédito: André Bezerra

Vinhos brasileiros em alta no Reino Unido

flags.gifSegundo maior importador de vinhos no mundo, país se consolida entre os principais destinos de rótulos verde-amarelos, com crescimento de 87,5% no valor exportado em 2016 na comparação com o ano anterior

No ano passado, as exportações brasileiras de vinhos para o Reino Unido aumentaram 87,55% em relação a 2015, atingindo US$ 760,4 mil, segundo dados do Sistema de Inteligência da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O resultado consolida o Reino Unido como o terceiro principal destino dos vinhos e espumantes brasileiros e o coloca em posição de destaque no calendário promocional do projeto de divulgação internacional Wines of Brasil, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) em parceria com a Apex-Brasil.

Na próxima semana, o Wines of Brasil dá a largada nas atividades de promoção na terra da rainha. Nas próximas segunda e quarta-feira, dias 27 de fevereiro e 1º de março, em Manchester e Londres, respectivamente, 12 vinícolas irão expor seus produtos no Sitt Spring UK. Essa é a quinta participação consecutiva do Wines of Brasil na iniciativa, que consiste em eventos de degustação voltados para jornalistas e profissionais de importação do setor. A expectativa é que sejam concretizados negócios estimados em US$ 200 mil. Estarão presentes as empresas Aurora, Basso, Campos de Cima, Casa Perini, Cave Geisse, Domno, Don Guerino, Famiglia Valduga, Grupo Miolo, Pizzato, Salton e Sanjo.

“A presença no mercado britânico é estratégica, pois ele ajuda a posicionar os produtos nos demais países europeus. Ainda estamos sendo descobertos pelos consumidores, mas já temos um bom aval de especialistas. No ano passado, a revista Decanter publicou uma matéria de peso, com oito páginas, sobre os rótulos brasileiros”, pondera Diego Bertolini, gerente de Promoção dos Mercados Interno e Externo do Ibravin.

O gosto por vinhos com menor teor alcóolico e frutados, assim como a curiosidade dos consumidores britânicos, irlandeses, escoceses e galeses por rótulos novos, são alguns dos motivos apontados por importadores para explicar a aceitação dos produtos brasileiros no país. Atualmente, existem cerca de 30 milhões de consumidores regulares de vinho no Reino Unido.

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Alex Davies, comprador da inglesa Virgin Wines

“Os rótulos brasileiros são uma boa surpresa para os britânicos. A produção de vinhos é bastante séria, os níveis de álcool não são altos, e os produtos apresentam frescor e elegância”, observa Alex Davies, comprador da Virgin Wines, uma das principais lojas varejistas online da Europa.

Davies esteve na Serra Gaúcha, no início de fevereiro, entre os dias 6 e 11, a convite do Wines of Brasil, em busca de novas vinícolas para o seu portfólio. Sua principal aposta são os espumantes brasileiros, que já são reconhecidos por experts internacionais como de excelente qualidade a custo competitivo. “Há quatro anos foram comercializadas 50 mil garrafas de Prosseco (espumante) no Reino Unido e, em 2016, foram 300 mil. Há muito espaço para se trabalhar o produto brasileiro no país”, informa ele, que visitou e degustou rótulos de 11 vinícolas gaúchas.

O Wines of Brasil também firmou uma parceria com a Virgin Wines para um série de ações de promoção, ao longo do ano, na Inglaterra. Entre elas estão três eventos de degustação nas cidades de Leeds (setembro), Londres (outubro) e Norwich (novembro).

Em 2016, as exportações brasileiras apresentaram alta no valor de 45%, totalizando US$ 5,9 milhões, e no volume, de 43%, com 2,2 milhões de litros.

Curiosidades sobre o mercado inglês:    
– Atualmente, oito vinícolas brasileiras exportam para o Reino Unido;
– Em 2016, foram comercializados 173.659 mil litros de vinhos e espumantes brasileiros para o Reino Unido, 104,56% a mais do que 2015;
– O valor exportado no ano passado para o mercado britânico foi de US$ 760.455, representando um incremento de 87,5% sobre o período anterior;
– Até 2018, a projeção é de que os ingleses deverão atingir o consumo de 24,6 litros per capita;
– Existem 30 milhões de consumidores regulares de vinho no Reino Unido;
– Segundo dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o Reino Unido é o segundo mercado importador de vinhos do mundo depois da Alemanha;
– No ranking das exportações de vinhos brasileiros, o Reino Unido fica atrás do Paraguai (1.031.104 litros) e dos Estados Unidos (280.687 litros).

Sobre o Wines of Brasil:
O Wines of Brasil é um projeto de promoção comercial dos vinhos, espumantes e suco de uva brasileiro no mercado externo. O projeto conta atualmente com a participação de 32 vinícolas e tem como mercados-alvo os Estados Unidos, Reino Unido e China.
Nos últimos anos, cerca de 95% das empresas que aderiram ao Wines of Brasil conseguiram dar continuidade em suas exportações, devido ao suporte e aos programas de capacitação oferecidos, entre outras ações. Mais informações podem ser obtidas nos sites www.winesofbrasil.com ewww.ibravin.org.br.

Edição: Su Maestri

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Crédito:
Martha Caus/Ibravin
Legenda:
Em recente passagem pelo Brasil, comprador da inglesa Virgin Wines, Alex Davies, elogiou os rótulos brasileiros

Setor vitivinícola apresenta recuo de 18% nas vendas em 2016

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Vinho fino sentiu menos o impacto da crise e teve ligeira retração, de apenas 2,8%. Para contrabalançar, no ano passado, valor de exportações registrou alta de 45%

O desempenho comercial do setor vitivinícola em 2016 recuou 18% frente ao ano anterior, totalizando a venda de 343,7 milhões de litros em vinhos, sucos, espumantes, vinagres, destilados e outros derivados da uva. Os segmentos que apresentaram maior retração nas vendas foram o de vinho de mesa, com venda de 165,9 milhões de litros, e o de suco de uva natural, com 94,1 milhões de litros, ambos com queda de 20%. O vinho fino, entretanto, apresentou uma redução menos expressiva, de apenas 2,8%, mantendo as vendas em 19,2 milhões de litros.

“Já esperávamos que, com uma produção de vinhos menor, a venda seria também menor. Mas esse recuo foi agravado pela crise econômica, aumento dos impostos, do desemprego e da queda no poder aquisitivo das pessoas” analisa o diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, referindo-se à quebra de 57% registrada na safra de uva do ano passado, que diminuiu a disponibilidade dos produtos.

Contrabalançando o desempenho no mercado doméstico, o setor comemora a retomada nas vendas para o Exterior. O resultado mostra a crescente aceitação internacional dos vinhos brasileiros, principalmente em mercados considerados bastante competitivos, como Estados Unidos, Europa e Ásia. As exportações registraram alta no valor de 45%, totalizando US$ 5,9 milhões, e no volume, de 43%, com 2,2 milhões de litros, assim como no preço médio do litro exportado, que passou de US$ 2,57 para US$ 2,61. As vendas para o mercado externo são fomentadas por ações de promoção internacional desenvolvidas pelo projeto Wines of Brasil, realizado em parceria pelo Ibravin e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Para o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá, no mercado interno, 2017 será um ano de cautela e de bastante empenho por parte dos vinicultores para tentar recuperar os patamares de comercialização registrados em 2015. “Até o momento, a safra tem se apresentado muito positiva em sanidade, volumes e em qualidade. Assim, conseguiremos equalizar estoques e teremos bons produtos para apresentar ao mercado”, observa o dirigente. “A perspectiva econômica para esse ano não é tão favorável, por isso insistiremos nos pedidos de redução da carga tributária, que nos tira a competividade e pesa significativamente na composição de custos, e nos incentivos para melhoria de produção”, complementa.

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Oscar Ló, vice-presidente do Ibravin, acredita que, com a equalização da oferta, produtos que são carros-chefes para o setor, como o suco de uva 100% e os espumantes, devem recuperar espaço. “Tivemos um recuo muito pequeno nos vinhos finos, sinal de que o consumidor de vinho brasileiro se manteve fiel ao que costuma comprar. E o suco e o espumante, devem voltar à normalidade pois vinham crescendo a índices muito positivos antes da quebra de safra”, enfatiza.

Quanto às exportações, será dada continuidade às ações do projeto Wines of Brasil, com reforço nos países considerados mercados-alvo (Estados Unidos, Reino Unido e China). A expectativa é de abertura de novos distribuidores e de iniciativas promocionais diretas em pontos de venda e em eventos voltados para o consumidor nessas praças ajudem a incrementar os resultados obtidos em 2016.

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DESEMPENHO DE VENDAS

 Comercialização de vinhos no mercado interno (em litros)

                                           2015                     2016                     2016/15

Vinhos de mesa          207.614.489               165.942.550               -20,07%

Vinhos finos                19.782.444                 19.221.812                 -2,83%

Espumantes                18.792.485                 16.850.203                 -10,34%

Total Global          419.468.889             343.715.627                  -18,06%

 

Suco de uva 100% pronto para consumo

 117.798.708               94.165.019                 -20,06%

  

Fonte: Cadastro Vinícola – Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi-RS)

IMPORTAÇÃO

Espumantes                4.107.390                   3.748.581                   -8,74%

Vinhos                         77.689.033                 88.389.641                 13,77%

Total importados   81.796.423            92.138.222            12,64%

EXPORTAÇÃO

Espumantes                145.282                      174.049                      19,8%

Vinhos                         1.446.488                   2.104.333                   45,48%

Total exportado          1.591.770                  2.278.382                  43,14%

Principais destinos de exportação dos vinhos brasileiros

 

País Valor (US$/FOB) Volume (litros) USD/LITRO
PARAGUAI 1.795.051,00 1.031.104 1,74
ESTADOS UNIDOS 830.717,00 280.687 2,96
REINO UNIDO 760.455,00 173.659 4,38
COLÔMBIA 758.787,00 304.509 2,49
CHINA 712.156,00 171.858 4,14
HOLANDA 190.203,00 42.953 4,43
JAPÃO 109.080,00 39.662 2,75
ALEMANHA 87.197,00 18.305 4,76
FINLÂNDIA 76.951,00 15.139 5,08
CANADÁ 74.917,00 14.612 5,13
Total Geral 5.935.351 2.278.382 2,61

 Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços – AliceWeb

Edição: Su Maestri

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Safra 2017 deve atingir 600 milhões de quilos de uva

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Depois da quebra de 57% da última colheita, representantes do setor acreditam em uma produção com quantidade normal e de muita qualidade

As previsões são boas e tudo indica que as condições climáticas e o manejo realizado pelos produtores ao longo dos meses ajudarão para que safra de uva se normalize esse ano. Depois de uma perda de 57% em 2016 – considerada a maior quebra desde 1969 –, a expectativa é que a produção no Rio Grande do Sul atinja 600 milhões de quilos de uva em 2017, cerca de 100% a mais se comparado ao ano anterior, quando foram colhidos pouco mais de 300 milhões de quilos.

De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e presidente da Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho/RS), Oscar Ló, as primeiras uvas começaram a ser colhidas no início de janeiro, com maior incremento de volume a partir da segunda quinzena do mês. “Estamos muito contentes com a qualidade, os vinhedos estão com uma boa produção. As condições climáticas estão muito favoráveis neste ano. Tudo indica que teremos uma safra normal e, com isso, os estoques também deverão voltar aos patamares dos anos anteriores, alcançando o armazenamento de cerca de 150 milhões de litros. A quebra do último ano não impactará negativamente na qualidade e nem no volume da produção desta safra”, avalia Ló.

O coordenador e o vice-coordenador da Comissão Interestadual da Uva, Denis Debiasi e Olir Schiavenin, respectivamente, tiveram as mesmas percepções do dirigente e acreditam em resultados positivos para essasafra. “Não houve registros significativos desfavoráveis em relação ao clima. Por enquanto, está tudo tranquilo. A sanidade da uva está boa, os produtores fizeram manejos adequados, incluindo uma boa adubação. Tudo se encaminha para bons resultados”, pontua Schiavenin.

Em relação à qualidade, as vinícolas do estado do Rio Grande do Sul comemoram a sanidade observada nas variedades até o momento. Tudo indica também que as uvas atingirão uma boa graduação de açúcar. “Esta safra está com uma produção excelente. Noventa e nove por cento das regiões não apresentaram doenças fúngicas”, constata o ex-presidente do Ibravin e atual integrante do Conselho Deliberativo da entidade pela Comissão Interestadual da Uva, Moacir Mazzarollo.

Ainda segundo Mazzarollo, as próximas semanas serão decisivas para obtenção desses resultados. “A qualidade final se dá no momento da colheita. Mas as previsões climáticas indicam que os próximos meses estarão dentro da média ou ainda menor em volume de chuva”, explica.

O chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, Mauro Zanus, acredita que os efeitos do fenômeno La Niña ajudarão para que se colham as uvas com a maturação adequada. “Os prognósticos meteorológicos apontam para uma influência moderada do La Niña, em que ocorreria uma incidência de chuvas menor que o normal, mas este efeito ainda não se confirmou. Tudo indica que essas massas com menor umidade venham até fevereiro”, observa. “Estamos acompanhando e conversando com técnicos e os dados apontam para um prognóstico bastante positivo. As chuvas de setembro e outubro não impactaram negativamente”, avalia Zanus.

 Os números das últimas safras*

Ano

Volume (milhões de quilos)

2011

709,6

2012

696,9

2013

611,3

2014

606,1

2015

702,9

2016

300,3

 

*Uvas para processamento de vinhos, espumantes e derivados. Dados referentes ao estado do Rio Grande do Sul, provenientes do Cadastro Vitícola, mantido por meio de parceria entre Ibravin e Embrapa Uva e Vinho, com recurso do Fundovitis.

Edição: Sueli Maestri

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Imagem: Divulgação

  

Inscrições para III Simpósio Uva e Vinho abrem em fevereiro

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Evento reunirá pesquisadores e interessados no tema em junho de 2017, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, durante a programação do Dia do Vinho, e apresentará novos benefícios à saúde

Grandes nomes da pesquisa sobre os benefícios da uva e seus derivados estarão no III Simpósio Internacional Vinho e Saúde, que ocorre de 1º a 3 de junho, na Casa das Artes, em Bento Gonçalves (RS). Especialistas do Brasil e do Exterior debaterão os resultados de estudos sobre os produtos vinícolas que têm ocupado cada vez mais espaço na mesa dos consumidores. As inscrições para a submissão de trabalhos ocorre a partir do dia 20 de janeiro e as matrículas para a participação no encontro abrem no dia 20 de fevereiro. Ambas devem ser feitas pelo sitewww.simposiovinhoesaude.com.br. Até o dia 20 de março, o valor para a participação varia de R$ 70 (estudantes) a R$ 200 (profissionais da saúde). Para profissionais do setor vitivinícola o investimento é de R$ 150.

A biomédica Caroline Dani, presidente da Comissão Científica do Simpósio, antecipa que as palestras vão abordar os benefícios da uva e seus derivados para a saúde, incluindo ganhos na prática de exercícios físicos, para a memória, para o coração, na prevenção do câncer e como aliado na perda de peso. “O grande número de pesquisas retrata que temos cada vez mais profissionais desenvolvendo trabalhos sobre os benefícios da uva e do vinho. Isso também é fruto de uma população que está cada vez mais interessada, em busca de novas informações”, avalia. Ela constata que os consumidores estão cada vez mais conscientes sobre a importância de conhecer melhor os produtos, sua composição, a existência de elementos nocivos à saúde e as alternativas existentes no mercado que tragam ganhos à saúde.

No Simpósio, que ocorre em paralelo à programação do Dia do Vinho, também serão discutidos os benefícios obtidos a partir do consumo de outros derivados da uva, como óleos, extratos e farinhas de sementes e cascas da fruta, por exemplo.

Para o pesquisador e chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Uva e Vinho, Alexandre Hoffmann, o evento será importante por ampliar a rede de parceria entre as instituições de pesquisa, para aumentar o interesse da sociedade pelo tema e pelo fortalecimento das bases científicas sobre os benefícios da uva e seus derivados. “Desde a primeira edição, a Embrapa Uva e Vinho apoia essa iniciativa por acreditar que todas as etapas de produção são fundamentais para maximizar os ganhos dos produtos vitivinícolas para a saúde. A escolha das cultivares, o manejo adequado e as formas de vinificação que extraiam ao máximo as propriedades da uva são preocupações constantes que repercutem nas demais áreas de pesquisa”, explica.

Já o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Edegar Scortegagna, justifica o apoio da entidade ao evento por fomentar e ampliar os estudos sobre os efeitos benéficos da bebida para a saúde do ser humano. “Os enólogos, com as diferentes técnicas de vinificações, podem, inclusive, colaborar ainda mais para otimizar o poder benéfico dos vinhos”, acredita.

Além de enólogos, o Simpósio tem como público-alvo profissionais da área da saúde e educação com afinidade ao tema, pessoas ligadas ligados à viticultura, lideranças do setor produtivo e formadores de opinião, produtores rurais, fornecedores da cadeia produtiva e imprensa.

O III Simpósio Internacional Uva e Vinho é uma realização do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) com apoio da ABE e da Embrapa Uva e Vinho.

Pesquisas inéditas serão premiadas
A programação do III Simpósio Internacional Vinho e Saúde contará ainda com um espaço para pesquisas inéditas, cuja apresentação poderá ser feita de forma oral ou por meio de pôster. As selecionadas serão publicadas em revista científica e as melhores nas modalidades pôster e oral serão premiadas.

Comissão Executiva:
Diego Bertolini – Gerente de Promoção Ibravin
Josimar Pedron – Ibravin
Gabriela Poletto – Gerente Administrativa Ibravin

Presidente de Honra:
Dr. Protasio Lemos da Luz (INCOR)

Comissão Científica:
Dra. Caroline Dani (IPA) – Presidente
Dra. Mirian Salvador (UCS) – Vice-presidente

Membros da comissão:
Dra. Claudia Funchal (IPA/RS)
Dr. Daniel Araki Ribeiro (UNIFESP)
Dra. MarildeBordignon Luiz (UFSC)
Dr. Mauro Zanus (Embrapa Uva e Vinho)
Dr. Protasio Lemos da Luz (INCOR)
Dra. Regina Vanderlinde (UCS)
Dra. Patrícia Spada (FSG)
Dr. Vitor Manfroi (UFRGS)

Programe-se
III Simpósio Internacional Vinho e Saúde – Os Benefícios da Uva e Seus Derivados
Quando:
1° a 3 de junho de 2017
Onde: Fundação Casa das Artes (Rua Henry Dreher, 127 – Bairro Planalto, Bento Gonçalves – RS)
Inscrições:

CATEGORIA  

20/mar

 

20/mai

 

Local

Profissionais
da saúde
R$ 200 R$ 250 R$ 300
Profissionais do
setor vitivinícola
R$ 150 R$ 200 R$ 250
Estudantes de
pós-gradução
R$ 100 R$ 130 R$ 160
Estudantes
de graduação
R$ 70 R$ 100 R$ 130

 

Edição: Su Maestri

Fotos: Maryo Franzen

 

Notícias do setor vinícola: Uva industrial tem preço mínimo confirmado pelo governo.

Perini, safra 2012, abril 2012.JPGValor de consenso entre as entidades do setor representa aumento de 18% em relação ao pago pelo produto na safra 2015/2016. A decisão foi publicada no dia  14/12

 O preço mínimo para uva industrial será de R$ 0,92 para a safra 2016/2017. A definição foi publicada no Diário Oficial da União do dia 14/12 por meio da Portaria 264, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O valor a ser pago pela uva Isabel a 15 graus (variedade de referência) foi definido após reuniões de dirigentes das entidades que representam produtores de uva, cooperativas e indústria vinícola. A proposta de consenso foi apresentada no dia 25 de outubro em encontro com o coordenador geral da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), João Salomão, e com a analista de mercado da uva da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Flávia Starling Soares.

O valor a ser pago a partir de janeiro representa um aumento de 18% em relação à safra 2015/2016, quando o preço mínimo praticado foi de R$ 0,78.   

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O presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Dirceu Scottá, valoriza o fato do preço mínimo ter resultado de consenso entre os elos da cadeia produtiva. “Ter chegado a um acordo é um grande avanço e demonstra a maturidade que o setor vem alcançando nos últimos anos. Tanto os produtores como a indústria cederam e isso foi muito importante para a confirmação deste valor pelo governo”, acredita. Scottá acredita que nos próximos anos também deverá ocorrer acordo que garanta um pagamento justo pela matéria-prima e que seja viável para a indústria.

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Dirceu Scottá, presidente da IBRAVIN

O vice-coordenador da Comissão Interestadual da Uva, Olir Schiavenin, concorda com Scottá e acrescenta: “O acordo foi bom para esse ano, mostra o bom-senso e o pensamento de que temos que valorizar todos os elos da cadeia produtiva. Principalmente nesse ano, que teve quebra e que o produtor precisava de um incentivo.”

Edição: Su Maestri

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Imagens: Divulgação/Internet

Ibravin e Sebrae brindam resultados de convênio em Brasília

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Meta de aumentar em 15% a comercialização de produtos engarrafados no primeiro ano de vigência foi atingida. Os resultados foram apresentados em evento na sede do Sebrae Nacional, junto ao lançamento do Anuário Vinhos do Brasil

A superação das metas do convênio firmado entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o lançamento do Anuário Vinhos do Brasil 2017 foram comemorados na tarde desta quinta-feira (15), em Brasília (DF). O evento, realizado na sede do Sebrae Nacional, foi prestigiado por cerca de 280 pessoas e regado a vinhos, espumantes e sucos de uva brasileiros com a degustação Tour Vinhos do Brasil.

Após o primeiro período de vigência do Projeto de Valorização dos Vinhos Brasileiros, entre 2014 e 2015, foi registrado um aumento de 15,8% na comercialização dos produtos brasileiros engarrafados. Outros dados apresentados foram a capacitação de mais de dois mil profissionais de atendimento, a qualificação de mil empreendimentos e a certificação de mais de 230 produtores de uva e de vinho em Boas Práticas Agrícolas e 30 vinícolas em Boas Práticas Enológicas.

O Anuário Vinhos do Brasil 2017, lançado no evento, traz informações sobre o convênio, além de traçar um panorama setorial com estatísticas e o resultado da Grande Prova Vinhos do Brasil 2016. O concurso reuniu 852 amostras de 110 produtores de oito estados, com resultados da premiação agrupados em 27 categorias. Em formato de revista, apresenta um raio X das regiões produtoras, dos vinhos e do enoturismo e estará disponível em janeiro de 2017. No mercado externo, a publicação é distribuída em mais de 100 postos e embaixadas pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

O diretor de Relações Institucionais do Ibravin, Carlos Paviani, valorizou a abrangência do convênio por qualificar desde o trabalho do produtor rural e das vinícolas até o serviço do vinho em bares e restaurantes. Para o dirigente, o desafio, agora, é a renovação do projeto para dar continuidade à parceria no próximo ano. “Estamos atravessando por um momento econômico difícil no país e precisamos seguir nesta linha de qualificação de todas as pontas que envolvem o setor vitivinícola para retomarmos o crescimento”, projeta. Paviani reiterou a parceria com o Sebrae que resultou, em outubro, no anúncio da inclusão das vinícolas no Simples Nacional a partir de 2018.

Após a apresentação dos resultados do convênio, o sommelier Maurício Roloff conduziu a degustação “No verão, vá de vinho”. O evento encerrou com o Tour Vinhos Brasil, com venda de mais de 350 garrafas e prova de produtos das vinícolas Hermann, Lidio Carraro, Maison Forestier, Maximo Boschi, Valmarino e Vistamontes Sucos Naturais.

Sobre o convênio    
O Projeto de Valorização dos Vinhos Brasileiros teve como foco a promoção de quatro ações: participação de vinícolas em feiras, realização do Circuito Brasileiro de Degustação, capacitações de profissionais de serviço do vinho pelo Qualidade na Taça e o Programa Alimento Seguro (PAS) – Uva para Processamento.

As informações mais detalhadas sobre o convênio podem ser acessadas no link http://migre.me/vJrCW.

Outros dados sobre o Anuário Vinhos do Brasil 2017 estão disponíveis em http://migre.me/vJJ3t.

Participantes do Projeto de Valorização dos Vinhos Brasileiros:

Entidades realizadoras:

Ibravin

Sebrae Nacional

 Entidades parceiras:

Qualidade da Taça: Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel)

PAS Uva para Processamento:

Embrapa Uva e Vinho

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai)

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/RS)

Edição: Su Maestri
Foto: Charles Damasceno     

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Frente Parlamentar de apoio a vitivinicultura apresenta resultados do primeiro ano de atuação

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Sob a liderança do gaúcho Mauro Pereira, deputados comprometem-se a buscar redução de IPI

 O trabalho da Frente Parlamentar de Defesa e Valorização da Produção Nacional de Uvas, Vinhos, Espumantes e Derivados foi apresentado durante almoço que marcou o encerramento das atividades legislativas do grupo. O evento contou a presença de deputados federais, integrantes dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do Desenvolvimento Social e Agrário, da Educação, do Trabalho e Emprego e da Casa Civil, representantes do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do setor vitivinícola nacional, além do vice-governador do estado da Bahia e produtor de vinhos, João Felipe de Souza Leão.

A Frente Parlamentar, presidida pelo deputado gaúcho Mauro Pereira, apresentou a convidados nesta quarta-feira (14), em Brasília (DF), os resultados obtidos no primeiro ano de atuação do grupo composto por 31 representantes do Governo Federal. Na ocasião, dirigentes do  Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) – representados pelo presidente, Dirceu Scottá, pelo diretor de Relações Institucionais, Carlos Paviani, e pelo gerente de Promoção, Diego Bertolini –  e o diretor executivo da Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho/RS), Helio Marchioro, agradeceram aos parlamentares a alteração da legislação para permitir que as vinícolas possam optar pelo Simples Nacional, ocorrida em outubro deste ano, e solicitaram apoio para a equalização das alíquotas do Imposto sobre produtos industrializados (IPI). O Ibravin também apresentou a ideia de se desenvolver um Fundo Nacional de Difusão da Vitivinicultura para o próximo ano, a exemplo do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis) existente no Rio Grande do Sul.

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Desde novembro de 2015, quando a Frente Parlamentar foi lançada, senadores e deputados federais atuaram no encaminhamento de questões como a conquista da inclusão das vinícolas no Simples Nacional, a utilização de vinhos e espumantes brasileiros em eventos do Palácio do Planalto, o pagamento do Seguro Agrícola, além de promoverem uma reunião durante a Festa Nacional da Uva deste ano, em Caxias do Sul (RS), para escutar as demandas do setor. Outra reivindicação que segue em andamento é a redução do IPI. Para 2017/2018, o grupo seguirá trabalhando por medidas que visem o aumento da competitividade na vitivinicultura e apoiará as ações de promoção e visibilidade dos produtos nacionais no mercado e institucionalmente.

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Dirceu Scottá, presidente da IBRAVIN

“Foi um ano com grandes conquistas e isso se deve também ao trabalho dos políticos que apoiam o nosso setor. É importante que tenhamos ao nosso lado pessoas que estejam empenhadas com os interesses e a evolução da vitivinicultura. A criação desta Frente Parlamentar é uma ponte direta onde se definem as leis e precisamos estreitar cada vez mais nossos laços para que consigamos mais benefícios ao setor”, avalia o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá.

Durante o almoço, o deputado federal Mauro Pereira agradeceu aos parlamentares presentes o apoio ao setor nestes anos, pediu o comprometimento de todos e anunciou que a partir de 2017 a Frente Parlamentar será presidida pelo também deputado federal Afonso Hamm.

Edição: Su Maestri

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Legenda: Deputados e representantes do setor vitivinícola brindaram o trabalho realizado pela Frente Parlamentar de Defesa e Valorização da Produção Nacional de Uvas, Vinhos, Espumantes e Derivados
Foto: Floriano Rios

Fonte: Assessoria

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