Cabernet Sauvignon da Guatambu é selecionado entre os 8 melhores vinhos tintos na 24ª Avaliação Nacional de Vinhos

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O Cabernet Sauvignon da Guatambu Estância do Vinho foi selecionado entre os 8 melhores vinhos tintos da safra, na 24ª Avaliação Nacional de Vinhos, realizada no último sábado, 24 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. O evento, promovido desde 1993 pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), contou com a presença de 850 pessoas, entre enólogos, sommeliers, enófilos, jornalistas e apreciadores do vinho brasileiro.

O jurado que comentou o vinho da Guatambu, Baudouin Havaux, organizador do Concurso Internacional de Vinhos de Bruxelas, da Bélgica, deu nota 93 a amostra, e destacou os aromas finos de frutas vermelhas, como framboesa, amora e um toque de chocolate, a estrutura potente, sem perder a delicadeza, e uma grande persistência. “Um vinho que certamente ganharia Medalha de Ouro, se fosse para o Concurso Mundial de Bruxelas”- finalizou.

Pela primeira vez, a ANV classificou 11 variedades distintas entre as 16 selecionadas para o público. Além das habituais Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, também estrelaram com a Marselan, Tannat, Tempranillo e Alicante Bouschet. Entre as brancas destaque para a Chardonnay, Sauvignon Blanc, Moscato Giallo e Riesling Itálico. As 16 amostras foram selecionadas entre 75 (30%) mais representativos da Safra 2016, classificados em um cenário de 241 amostras de 46 vinícolas de mais de 10 microrregiões produtoras. Esta avaliação técnica foi feita por 90 enólogos no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, parceira técnica do evento.

Sobre a Guatambu

A Guatambu é uma vinícola boutique que conta com um complexo enoturístico com áreas de produção, degustação, salão para eventos, com referências arquitetônicas de alto estilo voltadas à cultura gaúcha e às estâncias do pampa, e que trabalha com administração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas, em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, desde 2003. Situada no coração do pampa gaúcho, na fronteira com o Uruguai, o cultivo da videira é marcado por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas e a opulência de seus vinhos. Desde maio de 2016 funciona com 100% de energia solar, tornando-se o primeiro empreendimento da área na América Latina movida através de energia limpa.

Fonte: Assessoria

Edição: Beliza Maestri

Foto: Divulgação

 

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