Famiglia Valduga surpreende e lança marca de cervejas artesanais

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Inspiradas na haute brewing, as cervejas Leopoldina garantem uma experiência única

A tradição do Grupo Famiglia Valduga na elaboração de vinhos e espumantes e sua expertise em inovação inspirou o grupo à um novo desafio: a Cervejaria Leopoldina. O nome é uma homenagem à Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria e imperatriz-consorte de Dom Pedro I que chegou ao Brasil em 1824, abraçou a causa independentista e foi admirada pelos brasileiros da época. O nome também se refere a uma das principais vias do Vale dos Vinhedos, local onde a Família Valduga se instalou quando chegou ao Brasil e permanece até hoje.

A coleção de cervejas artesanais tem como base as principais escolas cervejeiras belga, tcheca, americana, inglesa e alemã, cuja tradição nos fermentados é mundialmente reconhecida. As bebidas são elaboradas com a seleção dos melhores maltes, lúpulos e leveduras, importados da Europa, aliando tecnologia e qualidade que garantem o alto padrão dos produtos.

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Diante de tanto qualidade e capricho na produção das cervejas Leopoldina, fiz questão de degustar duas novas cervejas que o Grupo Valduga colocará no mercado no próximo mês.

Juarez Valduga, presidente do Grupo Famiglia Valduga enfatizou, “Sabendo que a cerveja é uma bebida muito apreciada no Brasil,  o Grupo criou um produto de altíssima qualidade. Com este projeto esperamos conquistar novos paladares e consumidores. Nossa expectativa é alcançar a marca de 300.000 litros por mês, no período de 2 anos”.

A coleção das cervejas Valduga:

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A Leopoldina Old Strong Ale é uma cerveja escura, cujo sabor remete a frutas secas, nozes, mel e vinho do porto – resultado da mais fina seleção do malte, com oito meses de maturação em barricas de carvalho e segunda fermentação dentro da própria garrafa. Por estar acondicionada em uma garrafa de espumante, seu sabor único e equilibrado é mantido em perfeita harmonia, preservando toda sua originalidade. Assim como os grandes vinhos, esta cerveja melhora com o tempo. Por ser concentrada e amarga, é indicada para paladares mais apurados (R$ 129,00).

Tipo: Old Strong Ale
Taça: Goblet
Teor Alcoólico: 11%
Disponível em garrafas de 750 ml
Temperatura sugerida para degustação de 5° a 8°C
Cor: âmbar escuro.

Harmonização: carnes de caça, massas condimentadas e queijos duros de sabor intenso.

 

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A Leopoldina IPA é uma típica American IPA com aroma de notas cítricas e florais. Este tipo de pale ale foi criada pelos ingleses durante a colonização da Índia para resistir a travessia do oceano até o continente asiático. A bebida, aperfeiçoada pelos americanos, possui uma coloração cobre avermelhado, é forte, encorpada e muito equilibrada.  Elaborada com a técnica do dry hopping, que possibilita a inserção do lúpulo norte americano durante o longo processo de maturação, apresenta um aroma intenso, com sabor e amargor característicos, além de grande persistência (R$ 25,90).

 Tipo: American IPA

Copo: Pint

Teor Alcoólico: 6,5%

Disponível em garrafas de 500 ml

Temperatura sugerida para degustação de 5° a 7°C

Cor: cobre avermelhado

 

Harmonização: pratos mexicanos, indianos e japoneses; peixes, empanados, hambúrguer e queijo gorgonzola.

Cervejaria Leopoldina - Cweisbier

 A Leopoldina Weissbier – do alemão, Weißbier, que significa tanto cerveja clara como cerveja de trigo – é extremamente refrescante, produzida com o melhor trigo da Bavária – uma das regiões cervejeiras de maior prestígio na Alemanha – e apresenta aromas de cravo e banana. Elaborada com malte de trigo e de cevada, a Wiessbier não é filtrada, apresentando aspecto turvo, sabor leve e frutado. É um estilo amplamente difundido na Alemanha, que agrada aos mais diferentes paladares (R$ 24,90).

Tipo: Weiss

Taça: Weizen

Teor Alcoólico: 5%

Disponível em garrafas de 500 ml

Temperatura sugerida para degustação de 3° a 6°C

Cor: amarelo palha

Harmonização: queijos macios e suaves, atum, saladas, bolinho de bacalhau e frutos do mar.

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 A Leopoldina Witbier é uma combinação leve e refrescante. Tradicionalmente produzida na Bélgica e na Holanda, a witbier – significa “cerveja branca”, devido às proteínas do trigo e ao fermento que a deixam com uma coloração dourado claro de aspecto turvo – é a descendente direta das cervejas medievais, armazenadas antigamente com temperos cítricos. Produzida com uma delicada seleção de maltes de trigo, a Leopoldina Witbier possui um toque adocicado e cítrico, provenientes do limão siciliano e do coentro, que criam uma harmonia indiscutível. Uma bebida agradável e que proporciona combinações com diferentes pratos (R$ 14,90).

Tipo: Witbier (Bélgica)

Teor Alcoólico: 4,5%

Copo: Tumbler

Disponível em garrafas de 300 ml

Temperatura sugerida para degustação de 3° a 6°C

Cor: dourado claro

Harmonização: queijo de cabra, camarão, lula e mariscos, saladas e escondidinho.

pilsen extraJá a Leopoldina Pilsner é elaborada com maltes especiais e lúpulos da região de Plzeň, na República Tcheca – um dos locais mais conceituados na produção cervejeira no mundo – a pilsner ou pilsen é do tipo pale lager, uma cerveja clara, de baixa fermentação, que se diferencia pelo equilíbrio entre o malte e lúpulo. A coloração dourada e a refrescância fazem dessa a mais pedida entre todas as cervejas. Não filtrada com um colarinho branco de excelente textura e consistência, apresenta aromas de notas florais e levemente maltadas. Por sua versatilidade harmoniza bem com diversos pratos (R$ 22,90).

Tipo: Pilsner

Teor Alcoólico: 5%

Taça: Goblet

Disponível em garrafas de 500 ml

Temperatura sugerida para degustação de 3° a 4°C

Cor: amarelo dourado

Harmonização: todos os tipos de queijos, comidas de boteco, frutos do mar, peixes, aves e feijoada.

As cervejas Leopoldina podem ser adquiridas pelo e-commerce http://www.famigliavalduga.com.br

Sobre o grupo Famiglia Valduga – é composto pelas empresas Casa Valduga, Domno Importadora e Casa Madeira. A Casa Valduga, localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), é reconhecida mundialmente por seu padrão de excelência e pela tradição na elaboração de vinhos e espumantes. Está posicionada entre as dez maiores vinícolas do país e foi uma das pioneiras no desenvolvimento do enoturismo na região, com a criação do Complexo Enoturístico. A Casa Madeira, também situada no Vale, é responsável pela produção de sucos e produtos gourmet. A Domno, que fica em Garibaldi (RS), é elaboradora de espumantes e importadora de vinhos finos. Mais informações sobre as empresas do grupo podem ser obtidas nos sites: www.casavalduga.com.br | www.casamadeira.com.br | www.domno.com.br

Fonte: Assessoria

Edição: Su Maestri

Imagens: Divulgação.

 

 

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